Qual é a principal dificuldade aqui? Peças e chassi que também possam se dobrar para acompanhar os movimentos da tela.

Autonomia

Grafeno

Sim, todos nós estamos cansados de nossos smartphones: eles não duram mais de 1 dia sem a necessidade de plugar o carregador — obviamente, existem poucas opções que vão além disso, mas são raras, bem raras.

Atualmente, as células de energia de íon-lítio acompanham a maior parte dos gadgets modernos e, embora a capacidade de armazenamento dessas baterias não seja ruim, o maior problema é que elas começam a sofrer desgaste e perder autonomia aproximadamente a partir dos 500 ciclos de carga.

Tempo de recarga: entre 13 e 14 minutos

O futuro reside no grafeno. O material, que é uma forma cristalina do carbono, é um ótimo semicondutor e pode ser utilizado em baterias. Além disso, apenas para exemplificar, três milhões de camadas de grafeno têm menos de 1 milímetro de espessura, o que torna o elemento excelente na construção de equipamentos eletrônicos.

Uma das empresas que trabalham no desenvolvimento de baterias de grafeno criou uma célula que tem capacidade de apenas 4.800 mAh, mas o que mais impressiona é o seu tempo de recarga: entre 13 e 14 minutos. Sim, a bateria pode ser completamente reabastecida em menos de 15 minutos.

Realidade aumentada

Realidade aumentada via smartphone

Mais do que a realidade virtual, a realidade aumentada tem a capacidade de colocar você no centro da ação. Muitos celulares já trabalham via câmera que algumas soluções bem “iniciantes” de realidade aumentada, porém nada robusto.

Atualmente, um dos gadgets que mais trabalham com a tecnologia é o HoloLens. Com hardware poderoso, os smartphones do futuro também poderão entrar nessa barca.